sábado, 23 de agosto de 2008

Ai, Que Do Da Indiaiada!

Entao a indiaiada mora em uma das maiores cidades da America Latina - 20 milhoes de habitantes, e ainda quer preservar a tal da cultura indigena? Hmmmm... Que tal darmos a cidade de Sao Paulo a eles, assim terao como cacar e pescar?

Indio tem que ser integrado a vida moderna e pronto. Tem que estudar em escola de "branco" e depois arrumar emprego como todo mundo. Sem essa babaquice - para nao dizer palavra mais cabeluda - de preservacao de cultura. Ja dizia Darwin, os melhores sobrevivem. Ao vencedor as batatas, com Quincas Borba.

Da AE - "Emocionada, a candidata à Prefeitura de São Paulo Marta Suplicy chorou ao ver hoje as precárias condições da aldeia guarani Tekoa Pyau, na zona norte da capital paulista. Na comunidade de 144 famílias, a maioria das crianças andava descalça sobre o chão batido, acompanhada de dezenas de cachorros doentes."

8 comentários:

João Batista disse...

Hein? Aldeia... no norte da... capital paulista? Acho que eu estou precisando usar óculos. Ou então são os índios que ainda não enxergaram que a cidade cresceu, ou melhor ainda, provavelmente enxergaram, mas como todo índio, ou ao menos quase todo, são preguiçosos demais para levantar a bunda da terra batida. Melhor ficar sentado fazendo artesanatozinho e esperando o próximo carregamento de cestas-básicas, roupas, etc. e tal. Aliás, por que chorar? Ninguém ali deve pagar impostos, motivo de felicidade e muito sorriso, não choro; se as bestas abrissem um E-Business escondidinhos poderiam embolsar todo o lucro, sem impostos... E se eles têm pouco, o têm enquanto não fazem absolutamente nada ou quase nada por isso. É praticamente um micro-socialismo tribal. A Marta não vê isso? Então é ela que precisa de óculos.

João Batista disse...

Aliás, sempre andei descalço quando era criança, sempre que possível, claro (dentro de casa, ou fora de São Paulo). Você não? Correr de chinelo é impossível, e os sapatos não podiam competir com a tração sempre perfeita e em qualquer terreno de um pé descalço (exceto por pedras pontiagudas, areia/asfalto incandescente, uma plantação de cactus, etc.), especialmente no chão do prédio em que cresci, que era de uma pedra lisa, polida, que só um pé descalço freava ou mudava de direção rapidamente. Corria círculos ao redor das minhas amiguinhas calçadas, que deslizavam descontroladamente. Nem eu nem ninguém jamais chorou por meus pés descalços. Crescendo um pouco, meu sangue indígena despertou em mim a preguiça de ter de lavar os pés completamente pretos após um dia de correria. Também fui descobrindo os perigos assassinos de trabalhadores do mundo (plantações de cactus, pedras pontiagudas, etc.), mortíferas armadilhas que não se encontra num campo de chão batido, ou seja, os índios não têm o que temer andando descalços. Que respeito vagabundo é esse que pretende calçá-los ocidentalmente? Ô Marta, relaxa e goza! E é melhor assim mesmo, criança deve ficar descalça a maior parte do tempo, do contrário há outro perigo, o de deformação, impedimento do crescimento natural dos pés; o solo de terra batida é, inclusive, recomendável para que o pé da criança desenvolva o arco natural, sua ex-prefeita falsa e burra.

Que situação bizarra. Nunca vi, desde que nasci, neguinho descalço, que não tivesse um chinelinho vagabundo e batido. Esses índios estão muito, mas muito mal mesmo se não conseguem arranjar um par de havaianas falsas chinesas para os seus filhos. Talvez Marta tenha descoberto um bom índice econômico: o número de crianças calçadas num grupo de pessoas. Esses índios só se equivalem, talvez, no máximo, a Moçambique, Madagascar ou Zimbábue, na época em que os dois primeiros eram, ou ainda são, sei lá, ditaduras socialistas miseráveis. Vá para a África que a pariu dona Marta. Vá ver a degradação em que o seu socialismo lançou e prendeu os já pobres Africanos, vá desarmar minas na Angola e se explodir, ou melhor, nada de explosão, por favor, porque a desintegração de seu ser abjeto na atmosfera terrestre equivaleria a uma arma biológica de destruição em massa.

PATRICIA M. disse...

Joao, eu? Eu ja pisei descalca em coco de vaca na fazenda do meu avo. Ate hoje lembro da sensacao do coco meio mole escorrendo entre meus dedos...

E bicho de pe entao, quanto bicho de pe ja peguei, nossa. Ja meu irmao sempre preferiu os carrapatos, carrapatos imensos, chupado-lhe o sangue. La ia o tio dentista coletar bichos de pe no meu pe com um alfinete, sob protestos, logico, porque doia.

PATRICIA M. disse...

Agora, um detalhe engracado: eu nao suporto andar descalca dentro de casa, so ando nas pontas dos pes se estou sem chinelo. Incrivel, da uma neura...

PATRICIA M. disse...

Finnal comment: eu nao acredito em indio, e nem acredito em preservacao de culturas.

Vinicius disse...

"so ando nas pontas dos pés se estou sem chinelo"

Voce costuma lavar as mãos muitas vezes durante o dia? Quando anda por calçadas evita pisar em eventuais linhas do piso?

Se a resposta for sim a essas duas perguntas pode tratar-se de "Transtorno Obsessivo Compulsivo". Já estou percebendo uma relação com o chocolate ;)

PATRICIA M. disse...

Vini, nao. E quando adolescente ja fiquei varios dias sem tomar banho. Nao tenho nada de compulsiva.

Blogildo disse...

Já reparou a facilidade com que petistas chegam às lágrimas? Deus do céu! É um chororô só.