terça-feira, 15 de julho de 2008

Luxos

Eu tento o máximo possível levar a vida de uma forma simples, sem muitos luxos. Isso se deve mais à minha personalidade de poupadora compulsiva (devo ter passado foooome em outra encarnação) do que a um objetivo propriamente estabelecido por mim.

Dito isso, chega a ser um sofrimento voltar a um nível inferior quando se atinge um patamar superior. Por exemplo: vivia em São Paulo satisfeitíssima com a minha televisão Phillips 14 polegadas ano 1995. Nunca deu defeito nem nada, tinha um controlinho remoto e tudo, e eu assistia menos de 5 horas semanais de tv, então para que ter outra mesmo, não é?

Daí em NYC, por causa do Barba, que como todo homem quer ter o último eletrônico lançado no mercado, compramos um projetor cinematográfico. Eu até fiz um comentário meio rabugento de que era um exagero e tal, mas depois de um tempo me acostumei com o telão, e achei legal.

Aqui em Londres minha roommate tinha uma televisão decente - sei lá quantas polegadas, mas era grandinha. Agora ela se desfez dessa daí e temos no momento uma 14 polegadas, enquanto ela não compra a outra. Bom, History Channel, Discovery nunca mais, né. Não consigo nem enxergar a tela de tão microscópica...

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