quinta-feira, 26 de abril de 2007

A Virtualidade...

... eh apenas uma extensao da Realidade.

15 comentários:

gilrang disse...

m.,

i have always told you so...

PATRICIA M. disse...

Gilrang, you have not. You have mixed both concepts, saying that virtuality WAS reality. This is not true, in my opinion. Virtuality is an extension of reality, inasmuch as it allows us to do almost the same things we do in real life. But of course they are NOT the same.

Blogildo disse...

I agree with Gilrang. Virtuality is too real as reality. Heheheheh!

Funes, o memorioso disse...

Em absoluto desacordo, cara Patrícia.
É exactamente ao contrário. A realidade é que é uma mera extensão da virtualidade. O real é sempre aquilo que nós quisermos.
A realidade é o caos dos estímulos sensoriais. Se existe fora do sujeito que conhece a realidade, é qualquer coisa de inantingível. na realidade, a realidade (aquilo a que chamamos realidade) é simples a organização artificial do caos a que obrigatoriamente temos que proceder para sobreviver. Simples virtualidade, portanto.
Sobre a natureza artificial e virtual do conhecimento, sugiro o texto de Jorge Luís Borges:
EL IDIOMA ANALÍTICO DE JOHN WILKINS, que pode encontrar aqui:
http://www.crockford.com/wrrrld/wilkins.html
na versão original e numa versão inglesa.

PATRICIA M. disse...

Eh dificil argumentar com o Funes. Acho que terei que ler Borges...
:-)

gilrang disse...

m.,

what is an extension of something that is not that very same something or part of it? have i mix them? no, i have not. even when i recognize that virtuality has limited my wanderings in ways that reality would, i do not mix them. there are constraints that both impose on us, sometimes the same constraints... we´re not completely free in virtuality, as we´re not completely free in reality. occasions there are when virtuality is even more constraining than reality itself...

read a book. the story which is old there is virtual. but your imagination can create the characters and see them talking, living, playing their roles. suddenly, one of those characters happens to show up in your real life impersonated in someone you know, or live next to you. is that real or virtual?

take internet, the virtual world. how much of it is really virtual and what part of it is virtually real? i like london. i´ve been there a couple of times (less than i would desire, though). i can go to internet and visit london without having the slightest idea how the city breaths, without ever to have put my feet there. london is reality. my visit is virtual. what is an extension of what?

i found good friends in internet (among them is, of course, my very dearest and clever patricia m.). are they virtual because they are behind my windows in my computer screen? these friends have feelings, they live their problems (sometimes we can share some of them), they hear us and talk to us, they can teach us or learn from us, they can come and go through our lives, sometimes leaving in our souls some remarkable and unforgettable signs. you said that a while ago, when you told us about your friends closing their blogs. are they virtual or are they real? BGA has visited you. he did not look like a virtual person to me, even though he was in your words posted in internet.

it may be that the secret behind all that is to identify the boundaries of both and the special situations which allow us to cross these bondaries. if not, we are in a dangerous grey area where we can leave one side thinking we are on the other one. and we might end up forever misplaced...

SôniaSSRJ disse...

Patrícia, se é uma extensão é automaticamente parte do todo.

hahahahahahahahahahahaha

Quero agradecer ao Fábio as gentis palavras que me escreveu no post anterior.

Fábio, entro e leio o seu blog, o do Blogildo (tb aqui presente) e todos os blogueiros que admiro; apenas não faço mais comentários por saber q serão deturpados por uma turma que insiste em denegrir o q falo.
Parabéns pelo blog e por sua postura.


Abraços a todos,
SôniaSSRJ

Fábio Max Marschner Mayer disse...

Patrícia,

A COPEL está bem, apesar do sr. Requeijão e sua trupe de parentes e puxa-sacos.

A lucratividade está alta e a eficiência também, tudo graças ao trabalho de Paulo PImentel, um dos melhores administradores públicos que este país já teve... a quem não é dado o devido crédito.

Sônia,

Entendo seu ponto de vista, saiba que fico honrado com suas visistas.

Blogildo disse...

Sônia, é uma pena que você saiu da blogosfera. Ignore quem te denigre. As vezes distorcem o que escrevo. Quando julgo apropriado explico. Quando julgo bobagem, ignoro. E assim tem sido desde o Cretáceo...Rsrsrs!

Borges é maior doideira. Também tenho de lê-lo! Tlön, Uqbar, Orbis Tertius...

Frodo Balseiro disse...

Patricia
Vich! Parece que todo mundo no seu blog andou assistindo seção corrida do Matrix!
Boudrilard já morreu gente, essa história de realidade virtual é papo furado.
Pilula azul, pilula vermelha...
muito Keanu Reeves!
Abs
Frodo

SôniaSSRJ disse...

Obrigada Blogildo!

Sempre fui e continuo sendo sua fã!

Blogildo disse...

Sônia, tem um link para um texto do W.Allen lá no Blogildo. Sei que vc se amarra no judeu novaiorquino. O texto se intitula: "Assim comia Zaratustra". É hilário. Dica da Márcia do "Filosofando alto".

Bjs!

william disse...

Patrícia, vim para casa ouvir o podcast do Olavo e depois dormir! Não me aguento mais em pé. Ainda bem que está chegando o feriado (pena que ele acabará e virão mais provas em seguida).

Ah, eu e um amigo estamos pensando na possibilidade de deixar o direito, depois que terminarmos a faculdade. A idéia seria ir para o mercado, e aí eu lembrei de você... Quando você continuará sua série de posts sobre o MBA??? Olha que vamos nos matricular em Cálculo I e II e Estatística nos próximos semestres, para aprender alguma matemática...

Eleitor disse...

Tenho que concordar com a Patricia:
Certamente a virtualidade a que ela se refere é a da Internet e não a ficcional do tipo Matrix. A realidade objetiva, no meu modo de ver, tem em comum com a virtual , o modo como estabelecemos os vinculos que dão significados as coisas. Os vinculos ,sempre, parecem representações abstratas e que real ou virtual ocorrem dentro do nosso imaginário. No meu caso as figuras virtuais ou são significativamente reais ou não existem. Não consigo, por exemplo, dar menor significado a um relacionamento Virtual do que um Real.
O real também se estabelece com uma representação particular e abstrata na mente . Sendo assim ambos podem ter a mesma categoria de valor e se confundirem entre si.

Blogildo disse...

Eleitor, tu tá "mandando bem", cara!