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segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Zeitgeist: Gaddafi Dead - So What?

Gaddafi Dead — So What?

by Raymond Ibrahim
Pajamas Media
October 22, 2011

What a myopic view the Western media and its array of "experts" have concerning the so-called "Arab Spring" — a myopia that naturally metastasizes among the general public.

Mubarak and Gaddafi: Creators of oppressed societies or products of oppressive societies?

Consider the Libyan crisis. As usual, the focus is entirely on the individual, on the tangible — the now dead Gaddafi — whom all the blame can be heaped upon, while the existentialist elephant in the room, the real mover and shaker, the spirit of the age behind all these uprisings, is never acknowledged.

So another Arab dictator has been eliminated, and the talking heads are abuzz: some, whose knowledge of the world and reality is chronically limited to their own experience, naively cry "democracy!" (even as those who butchered Gaddafi were crying "Allahu Akbar!"); others cautiously include the usual boilerplate caveats in their analyses, which otherwise remain parochial.

Either way, as many interpret events in Libya, they project their own values and notions of right and wrong, good and bad — most notably by portraying the Arab uprisings as positive signs of democracy — thereby demonstrating, yet again, their inability to comprehend Islam's distinct civilization, let alone the Closing of the Muslim Mind.

I am reminded of an especially pertinent observation by philosopher Arthur Schopenhauer:

The discovery of truth is prevented most effectively, not by the false appearance things present and which mislead into error, nor directly by weakness of the reasoning powers, but by preconceived opinion, by prejudice [in this case, by the Western conviction that all people want a secular, liberal democracy], which as a pseudo a priori stands in the path of truth and is then like a contrary wind driving a ship away from land, so that sail and rudder [reality and those who present it] labor in vain.

Indeed, 19th century Germans, such as Hegel, understood that world events, far from being inextricably tied to individual leaders, were products of the Zeitgeist, defined as: "The spirit of the time; the taste and outlook characteristic of a period or generation … the spirit, attitude, or general outlook of a specific time or period … the general atmosphere of a place or situation and the effect that it has on people."

Consider Libya's neighbor, Egypt, as described in the 2009 book Inside Egypt. The author's otherwise prescient argument was that revolution was in the air; however, he too took the narrow view, ignoring the "spirit of the time." My review of the book, written before the Egyptian revolution, is especially applicable today:

Unfortunately, there is a myopic tendency to view nearly every problem in Egypt as a byproduct of Husni Mubarak, Egypt's president since 1981, and in [the author] Bradley's view, the "most corrupt offender of them all." Even things one might have supposed were products of time or chance — from the condition of Egypt's Bedouin, who have led the same desperate lifestyle for centuries, to the radicalization of Muslims, a worldwide phenomenon—are somehow traced back to Mubarak. … Indeed, this is the book's chief problem. Bradley is convinced that, given a chance, through the elimination of Mubarak, Egyptians would create a liberal, egalitarian, and gender-neutral society. … And while he is convinced that Egypt is a byproduct of Mubarak, one is left wondering instead whether Mubarak is a byproduct of Egypt.

In fact, since the Mubarak scapegoat has been ousted, and after Western media and politicians gushed and hailed "democracy," Egypt has seen the worst Islamist inspired violence — especially from the state itself — against its non-Muslim minorities.

The lesson? To understand grand scale events, stop focusing on individuals — whether ousted Arab dictators (Tunisia's ben Ali, Egypt's Mubarak, now Libya's Gaddafi) or slain jihadist leaders (Osama bin Laden and the various no-names the administration boasts of killing) — and start focusing on the forces, the "spirit of the time," in this case, Islam, which creates bin Ladens no less than the tyrannical autocrats who suppress them.

Nor is this approach limited to comprehending the significance of the "Arab Spring." To the many who think that America's problems begin and end with Obama, consider the logic of the following quote, attributed to a Czech newspaper (note: underlines and bold types are mine, Patricia's):

The danger to America is not Barack Obama but a citizenry capable of entrusting an inexperienced man like him with the presidency. It will be far easier to limit and undo the follies of an Obama presidency than to restore the necessary common sense and good judgment to a depraved electorate willing to have such a man for their president. The problem is much deeper and far more serious than Mr. Obama, who is a mere symptom of what ails America. Blaming the prince of the fools should not blind anyone to the vast confederacy of fools that made him their prince. The republic can survive a Barack Obama. It is less likely to survive a multitude of fools such as those who made him their president.

In short, individual leaders do not cause societies to become what they are; rather, these leaders are symptoms — reflections — of their respective societies.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Palestina x Kosovo

Obviamente sou contra a criacao do estado palestino na ONU. Um estado nao se cria, assim, por canetada. Se os palestinos fosse mesmo serios ja estariam funcionando como estado ha anos.

Eh obvio que os Estados Unidos terao de usar o veto para impedir a criacao da Palestina. Nao creio que Inglaterra e Franca colaborarao com os yankees.

O problema de tudo isso, ao meu ver, esta no classico "dois pesos duas medidas". Pois foram os mesmos Estados Unidos que de uma canetada criaram o ridiculo estado kosovar. Foi UNILATERAL. Nao houve negociacoes com a Servia. Simplesmente meteram o chamegao la e criaram um estado que depende em mais de 90% de recursos de terceiros. Nao sao independentes, nao tem instituicoes, nao tem nada. Os Estados Unidos obviamente fizeram isso para importunar os russos, classicos aliados dos servios. Na epoca eu fui terminantemente contra a criacao do Kosovo.

Agora, bem, agora que comam o pao que eles mesmos amassaram. Se eu fosse politica na ONU, seria a primeira a apontar a incongruencia.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Pallywood - According To Palestinian Sources...

Mais uma excelente do Richard Landes. Vi no outro website dele, The 2nd Draft. Uma grande maquina de propaganda enganando os inocentes e estupidos no Ocidente, talvez maior ainda que a maquina construida por Hitler e Goebbels, que conseguiu enganar apenas os alemaes e mais ninguem.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Paquistao

Eh obvio que os paquis estavam dando cobertura a bin Laden. Se nao o governo, alguns bandidos da central de inteligencia deles ou das forcas armadas.

De qualquer forma, na acao mais espetacular que eu ja vi nos ultimos anos, os americanos nao apenas mataram bin Laden mas pegaram computadores, hard drives e outros meios de armazenamento de informacao. Lembra muito o ataque colombiano a Raul Reyes nas selvas equatorianas, guardadas as devidas proporcoes.

De qualquer forma, espero que consigam matar ou capturar mais e mais terroristas usando essas informacoes. Uma coisa eh certa, entretanto: nunca saberemos de verdade se o Paquistao sabia ou nao sabia, assim como nunca soubemos se o Equador dava ou nao guarida aos traficantes.

Fico no aguardo da proxima pelicula em Hollywood que mostrara como Osama bin Laden foi morto por Jack Bauer e sua turma. Queria dar uma sugestao, sera que quando os helicopteros chegam voces podem usar a mesma Cavalgada das Valquirias, como foi em Apocalypse Now? Eu iria entrar em delirio, juro.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Bin Bin

O Bin Bin morreu. Quando descobri hoje de manha liguei correndo para o Barba para avisa-lo das boas novas.

"Fo, o Bin Bin morreu!"
"Bin Bin?"
"Bin Bin Bin Laden, ele morreu! Os Estados Unidos finalmente conseguiram mata-lo!!"

Ele havia esquecido o nickname que demos ao filhote predileto do Coisa Ruim. Bin Bin, para os intimos.

Foi uma excelente noticia para todas as pessoas de bom senso e especialmente para nos, cidadaos do mundo que moramos em cidades que ja foram atacadas por ele e seus fanaticos. Obviamente, a guerra contra o terrorismo continua. Mas ja eh um bom avanco ter cortado a cabeca da Medusa. Sem o guia espiritual, o corpo terrorista vai se desmanchar aos poucos em lutas internas, falta de patrocinio, e por ai vai. Vide o que aconteceu na Colombia quando o traficante-mor-disfarcado-de-comunista Manuel Marulanda, vulgo Tirofijo, morreu de ataque cardiaco. Dali para o declinio total e absoluto das Farcs foi um estalar de dedos.

Depois de muito pensar sobre o assunto, e como tenho o dia inteiro disponivel para me perder nessas divagacoes sem sentido, acho que nao foi tao mau assim o que os Estados Unidos fizeram com o corpo do assassino. So acho meio chato e injusto que por muito menos Saddam Hussein levou muito mais. Eh claro que em um mundo perfeito gostaria de ver o corpo salgado e enrolado em banha de porco e desfilado pelas ruas de Washington e Nova Iorque. Gostaria tambem que ficasse exposto e todas as pessoas que quisessem pudessem passar e lancar uma cusparada no cadaver. Por fim, que fosse cremado em uma fogueira ao som de Star-Spangled Banner e que fosse distribuida gratuitamente por conta do Estado cerveja e churrasquinho de costela de porco.

Ah, ai sim a minha felicidade estaria completa. Mas como nao vivemos em um mundo perfeito...

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Generacion Y

Aproveitando para meter o pau em mais pessoas, lugares, coisas e etc... A primeira vez que vi o blog da tal Yoani Sanchez fiquei ate impressionada. Nossa, a menina bloga de Cuba, que perigo, ainda vai acabar numa dessas masmorras fazendo greve de fome e morrendo, que coisa...

Bom, o tempo passou e quem fez greve de fome foram outras pessoas, e quem morreu foram ativistas politicos de verdade. A menina ai faz uma critica de algodao ao sistema castrista. Em varios e varios posts ela ate defende a ilhota-prisao, defende o estilo de vida deles, e ataca o embargo americano.

Algumas pessoas como o pessoal do Midia Sem Mascara (Heitor de Paola e Graca Salgueiro) acham que ela eh paga pelo governo para discordar "pero no mucho". Tipo, mostrar que a abertura da ilha eh de verdade, saca, olha so, a menina esta la blogando contra a gente, temos oposicao nao eh mesmo? Alguns comunistas fanaticos acham que ela esta na folha de pagamento da CIA - essa eh hilaria, haha.

Eu acho que fico mais ou menos assim com a minha opiniao: eh logico que ela nao representa perigo nenhum para os Castros porque ela esta la ainda, blogando o que da na telha. Se ela eh paga ou nao pelo governo acho dificil de saber. Ao mesmo tempo, ela nao apresenta oposicao de verdade de forma nenhuma. Como disse, ela romantiza a pobreza cubana, poe um veuzinho cor de rosa em cima de tudo - olha so esse post sobre os estudantes chineses e a falta de verduras. Eh logico que nao tem verdura, ora essa. Falta tudo naquela ilha e nao eh devido ao embargo americano nao, eh devido a total apatia das pessoas que moram la e que estao acostumadas com o jugo do senhor feudal. Ela ainda da uma de sarcastica - na minha opiniao - ao elogiar os tais estudantes chineses e dizer que os outros estrangeiros ficam la por apenas algumas semanas. O que eles fariam la, alem de passar fome? Estudar espanhol em um pais estrangeiro deveria ser uma tarefa agradavel - a Costa Rica esta ali para isso mesmo!

Eu nao sei o que os chineses estao fazendo la nesse momento, mas estudar espanhol por estudar deve ser a menor das tarefas deles.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Resposta ao Mahmoud

(ler post anterior primeiro)

Prezado,

Continuo achando que nao eh do nosso interesse nos metermos nessa roubada que eh o mundo arabe. Por que devemos gastar o nosso suado dinheiro de impostos e mandar os nossos rapazes lutar uma guerra que nao eh nossa?

Ja constataram a presenca de radicais islamicos nas suas gloriosas revoltas. O tirano cai, por algum tempo algum projeto de presidente consegue ser eleito para depois ser engolfado pelos islamistas radicais.

A conclusao eh uma so: nos metemos agora, gastamos recursos e vidas, para depois termos nossos trens e metros e avioes explodidos pelos seus homens-bomba.

Passar bem.

Mahmoud Bay

O Mahmoud Bay me escreve la da Siria (diz ele, em um ingles impecavel - os sirios sabem falar ingles?) e me manda estudar mais.

Dear Patricia,

Hi, I read your comment on The Economist's debate on the Arab revolution, and I would like to totally disagree with your point of view. I felt really sorry that there are still individuals who may think that revolutions in our countries are made by tribes vs. tribes and sects vs. sects; at least in my country: Syria, the situation is not the way you think at all. I do kindly urge you to start getting your information out of the American media box to create your own consent without external interferences. I've never been to America, but I have the stereotypical idea that the average American citizen doesn't really care to understand what's really happening overseas, and I do understand why they don't care. So, again, please try to avoid speaking out your impressions without even having a solid background about the social, ideological and cultural structure of the Arab world.

Wish you a nice day.

terça-feira, 22 de março de 2011

Stratfor

Bom artigo sobre as "revolucoes democraticas" no norte da Africa e na peninsula arabica. O mais sensato que ja li. Difere de todas as versoes mainstream que estao por ai na midia.

"Of course, as with other countries, there was a massive divergence between the narrative and what actually happened. Certainly, that there was unrest in Tunisia and Egypt caused opponents of Gadhafi to think about opportunities, and the apparent ease of the Tunisian and Egyptian uprisings gave them some degree of confidence. But it would be an enormous mistake to see what has happened in Libya as a mass, liberal democratic uprising. The narrative has to be strained to work in most countries, but in Libya, it breaks down completely."

Libya, the West and the Narrative of Democracy is republished with permission of STRATFOR.

Ah, um caca americano ja foi ao chao. Black Hawk Down all over again? Esses idiotas nao sabem onde se meteram, e vao pagar caro por isso. O MI5 ja fala sobre atividade crescente na internet sobre provaveis ataques islamicos a Londres. Que deixassem os libios la, quem liga para os libios?

segunda-feira, 21 de março de 2011

Libya

Ai ai ai... Os tontos se meteram de novo onde nao eram chamados. Podemos esperar mais homens-bomba em trens, avioes, estacoes de metro, etc... Ainda bem que sai de Londres. Ja vivia com medo la.


Alias, Londres so esta tentando limpar a barra suja depois que liberou o terrorista libio em troca de negocios petroliferos. Paris, same thing. E Washington esta bancando para variar um pouco o idiota. Como eh que eh, vamos levar a democracia e os valores ocidentais aos 4 cantos do mundo, mesmo para populacoes que estao na idade da pedra e nao estao preparadas para a democracia. Certo.

Ja estao nos chamando de cruzados. Acho mesmo que deveriamos honrar o titulo. Que tal tomarmos novamente a Terra Santa dos infieis? Bomba neles. No momento acho que os judeus sao otimos gate keepers, mas quando eles nao conseguirem mais enfrentar a horda de incivilizados vamos ter que tomar uma atitude...

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Don't Feed The Dog That Bites Your Hand

We-eell... Domingo passado na igreja o padre implorou para o rebanho doar dinheiro para o Paquistao. Chegou inclusive a dizer que a doacao seria administrada pela Cafod - uma organizacao de caridade catolica, que tinha contatos catolicos no Paquistao - de forma que "the money will not end up in the hands of corrupt government officers".

Vi muito pouca gente abrindo a carteira. Eu mesma nao dei um tostao furado. Na-na-ni-na, para voces nao!

Don't feed the dog that bites your hand! Tenho certeza de que todo mundo estava pensando isso, mas eh logico que ninguem tem coragem de falar. Principalmente porque a comunidade da igreja eh bastante privilegiada, entao nao ha como dar a desculpa da crise dos mercados...

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Desfecho Anunciado

Ora oras, todo mundo sabia no que ia dar quando os malucos ativistas disseram que iriam entrar a forca em Israel com um carregamento "humanitario" para a Faixa de Gaza. Todo mundo sabia que alguns "martires" provocariam os soldados israelenses e o mundo inteiro entao se viraria contra o "vilao" Israel.

Eh obvio que eu acho certo que Israel nao deveria deixar os malucos desembarcar, pelo menos nao sem antes de ter feito uma revisao completa do carregamento e mais ainda, se certificar do destino da carga. Todo mundo sabe que o Hamas poderia muito bem utilizar materiais de construcao para fazer bunkers, postos de assalto e o caramba a quatro. Ninguem aqui quer o Hamas armado.

Agora, do jeito que a coisa foi feita ficou dificil ganhar a simpatia do mundo - alias, Israel nunca teve a simpatia do mundo, mas pelo menos poderia ter evitado a aversao completa. Eh claro que os dirigentes sabiam que a probabilidade dos eventos ocorrerem desse modo era alta. Nao havia nada, mas nada mesmo, a ser feito?

Eu teria lidado com os ativistas da mesma maneira que policiais lidam com o populacho revoltado. Usaria um aviao ou helicoptero para jogar bombas de gas lacrimogenio em grandes quantidades no navio, armaria a metade dianteira da tropa de assalto com balas de borracha, coletes protetores, porretes e escudos, e a parte de tras com bala de verdade e metralhadoras. So ai faria a abordagem.

Acho que daria resultado. Se precisasse de reforcos, usaria aquele outro gas que deixa a pessoa zureta. Esqueci o nome, mas ha varios e varios agentes quimicos que podem ser usados. Do jeito que fizeram as coisas, melhor teria sido bombardear o navio de vez. Who cares, a gente so nao quer que as armas e materiais cheguem nas maos do Hamas, 14 ou 800 pessoas morrendo nao fazem a menor diferenca. So que eles poderiam ter feito isso de maneira mais elegante.

Desde o ultimo escandalo em Dubai, parece que Israel vem metendo os pes pelas maos. Os Estados Unidos vao ter que trabalhar duro para manter a Europa Ocidental (a sempre idiota Europa Ocidental) do mesmo lado nesse caso.

terça-feira, 16 de março de 2010

Empire Building

Achei bastante interessante a analise do Niall Ferguson sobre a queda dos imperios. Vale a pena dar uma lida. Precisa se cadastrar no site, mas a leitura eh free.

Tendo a concordar com ele que em sociedades ultra mega complexas como a nossa os imperios nao se desvanecem aos poucos. Talvez nem mesmo os de antigamente acabaram lentamente. Como ele diz, basta uma desequilibrada nas financas em um momento crucial e o imperio vem abaixo. Medo.

segunda-feira, 15 de março de 2010

A Esquerda É Idiota

Bom, não é só no Brasil que um senador (o Suplício, aquele energúmeno eleito por São Paulo) faz gracinhas circenses para o povo, vestindo um cuecão vermelho por cima do terno.

Em Roma também fazem. A esquerda é palhaça. De circo. Panis et circenses para a plebe rude.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Assim Tambem Nao, Ne!

Po, dai esta sendo incendiario mesmo. Uma coisa eh reclamar a libertacao do Tibete, outra bem diferente eh dizer bobagens sobre o tal do Turquistao Oriental. Esses muculmanos ficam bem melhor debaixo do jugo chines, disso nao tenho a menor duvida.

Cala a boquinha, Dalai Lama. Vai meditar, vai. Agora quer botar bomba em mao de muculmano, so falta...

sábado, 5 de dezembro de 2009

Olha Só a Proposta dos Banglas...

Ridícula. Será que eles já ouviram falar em planejamento familiar? Por que procriam como ratos? Aliás, a proposta dos Verdes Fascistas não é mesmo reduzir a população mundial? Não é o inimigo da natureza o próprio Homem? Comecem por reduzir esses pobre-diabos pobres, que não acrescentam nada à riquíssima experiência humana na Terra. Eis aí a solução, que agradará a todos, esquerda, direita e centro, azul, vermelho e verde.

P.S.: Acho que tem espaço para os Banglas na África. Por que eles querem vir justamente para cá? Se a questão for só espaço, a gente pode acomodá-los, não há problema. Mas parece que a "demanda" dos queridos é por espaço privilegiado. Sai fora, Bangla.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Um Outro Mundo

De certa forma toda essa comemoração sobre a queda do muro me deixou saudosista. Eu tinha 15 anos - quase 16 - quando o muro caiu. Era um mundo bem mais simples, o daquela época. Não havia por exemplo nenhuma escala de cinza: ou se era comunista ou capitalista, ou de direita ou de esquerda. Preto no branco, aquela bobajada de bloco dos não-alinhados era coisa para inglês ver, todo mundo sabia que a América Latina por exemplo era a favor dos Estados Unidos.

Hoje, o mundo está uma bagunça. A começar pelas definições tão queridas: começa-se a discutir um assunto e a pessoa logo vem dizendo que direita e esquerda hoje em dia já não existem mais, "que coisa mais antiga, você está ultrapassada, o mundo é muito mais complexo do que isso", dizem. Hoje, além dos vermelhos e azuis, há os amarelos e os verdes. Muito complicado definir tudo isso e pior, fazer com que os vários matizes decorrentes das combinações dessas cores não se auto destruam. É coisa para pós-graduado entender, não uma garota de 15 anos.

Sendo assim, o que pensa a juventude moderna a respeito de tudo isso? Acho que na verdade a situação só piorou: esse pessoal está cada vez menos politizado, e como não é tão mais simples se definir (direita ou esquerda?) deixam para pensar nisso depois... E depois acaba sendo tarde demais, pois deixaram todo o jogo político nas mãos de uns tantos quantos suspeitos que na verdade na verdade só queriam tomar proveito da situação para si mesmos.

Para colocar um pouco mais de pimenta em um prato para lá de salgado, o fanatismo religioso vem se juntar à indefinição política. Tudo bem que nas décadas de 70 e 80 havia certa rivalidade política disfarçada de fanatismo religioso. Um caso era Irlanda x Inglaterra. Aqueles caras do IRA colocavam bombas em latas de lixo em estações de trem não porque achavam que os protestantes não valiam um vintém furado, ou porque os achavam infiéis. É claro que a questão sempre foi a independência da Irlanda do Norte em relação à Inglaterra e seu posterior anexamento à República da Irlanda. Pode-se argumentar que hoje em dia também há como pano de fundo uma razão política - acontece que o idiota que se explode em um mercado ou aponta uma metralhadora aos seus colegas de quartel não está motivado politicamente - ele realmente crê que os outros lá devem morrer por uma questão religiosa.

Enfim, a complexidade aumentou exponencialmente desde 1989. Eu realmente sinto falta do velho embate EUA x URSS. Era tão mais simples, era tão mais fácil. Os mocinhos eram tão bem definidos - nas figuras do cowboy Reagan e da dama Thatcher - e os bandidos tinham tanta cara de mau. Hoje eu já me confundo: são os amarelos tão ruins assim ou aquele capitalismo chinês deve ser combatido? Os charlies viraram capitalistas e estão construindo campos e mais campos de golfe? E a América Latina, por que ainda anacronicamente endeusam o para lá de ultrapassado Fidel Castro?

Eu juro que me confundo... Parei no tempo, lá em 1989.

domingo, 18 de outubro de 2009

Aviso Aos Navegantes

Estou entrando na minha segunda semana de ferias aqui na Tailandia... Serio, isso aqui eh bom demais! Resort 5 estrelas na regiao onde o Di Caprio gravou A Praia (estado de Krabi), deixa qualquer, mas qualquer praia ou empreendimento turistico do Brasil no chinelo, literalmente.

Ta bom, ta bom, tem umas praias no Brasil que sao animais tambem, mas dai nao tem infra nenhuma. Aqui eh animal e tem infra especializada para atender aos gostos exigentes de turistas europeus e americanos. Enquanto o Brasil nao colocar isso na cabeca, enquanto continuar a atender aos gostinhos mixos de brasileiros e argentinos, o turismo ai na terra nao decola. Mas nao decola MESMO. Impossivel competir com a Tailandia!

Enquanto isso, no Rio de Janeiro... Eu ja estou dando risada por aqui. Como eh que eh, Olimpiadas? Hilaria essa noticia! Rio, to fora!!!

P.S.: estou pensando seriamente em vir de vez para a Asia... Eh muito muito legal essa parte do mundo!

domingo, 4 de outubro de 2009

Seu, Seu... Judeu!

Engraçadíssimo, afinal de contas agora o ódio todo está explicado. O cara é judeu! Nasceu judeu, se bobear é circuncidado. Alguém já pediu ao Ahmadinejad (delicadamente) para que abaixasse as calças? Fácil de provar a questão.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Palhaçadas

Palhaçada #1:

Toda essa imbecilidade ocorrendo em Honduras. Culpa de quem? Bom, em primeiro lugar os milicos foram uns idiotas de mandar o sujeitinho metido a cowboy americano para fora do país; tivessem trancado-o atrás das grades não havia nada disso. Ou seja, o circo foi promovido pelos próprios defensores da democracia. Bando de energúmenos burros! Agora, se fosse vocês, passava chumbo nesses bolivarianos de M, invadia a embaixada do Brasil e passava chumbo também no tal de Mel. Mel, que cândido. Deve ser um baita de um baitolo o chapeludo.

Moral da palhaçada #1: para consertar uma cagada, só uma cagada maior ainda.

Palhaçada #2:

Toda essa imbecilidade ocorrendo na Formula 1. Olha aqui, venhamos e convenhamos, com exceção da equipe Renault, todo mundo deveria ser banido FOR LIFE do esporte. É mais do que óbvio que foi idéia do Briatore - o sapo gordo velho cabeludo sem noção - e do Symonds, e o Piquet - o fraldinha - foi um imbecil renomado em aceitar ter feito isso. E mais óbvio ainda que o chatíssimo espanhol Alonso - eu quero ser como o Schumie mas não consigo! - também sabia de tudo. Imagina a cena, que cândido:

- Alonso, você vai sair com o tanque vazio...
- Por quê?
- Ora, porque sim. Confia em mim!

Duh! Todos esses caras sabiam e deveriam ser banidos do esporte.

Moral da palhaçada #2: se vai ser executor do crime, nunca deixe o gravadorzinho de lado.

Palhaçada #3:

Toda essa imbecilidade ocorrendo na reunião da ONU em Nova Iorque. Vem cá, se sabem que o imbecil do Iran vai falar M, por que o convidam? Basta não emitir o visto, oras bolas. E quer saber, basta de baitolice, mandem logo umas bombas em cima dos caras e não me venham mais encher o saco, pô. Que coisa mais cheia de frufru, é o Bobama dando o traseiro para o russos, é a China defendendo o mercado deles, é a Rússia sendo sempre do contra, e finalmente, apesar da reclamação aí da Alemanha ex-nazista, eles também não fazem por menos!!! Pois leiam aqui, a Siemens continua investindo e forte no Iran. Até parece a IBM, não é mesmo, na época da 2 Guerra! Vai lá, mamãe Merkel, proíba suas empresas de transacionar com o Iran, vamos, coragem!

Moral da palhaçada #3: inimigos, inimigos, negócios a parte.